segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Jalapão versus Corsa

ATRAVESSANDO O JALAPÃO de... corsa!


Nossa aventura começou dia 29 de junho de 2009. Um sábado. As 7 horas saimos de Goiânia, rumo a Palmas onde chegamos as 18 horas. Antes paramos em Neropolis e Uruaçu (Posto do Marinheiro) para abastecer o veículoo. Paramos também em Porangatu (a cidade das bicicletas - por ser plana), dessa vez para nos abastecer. Depois fomos dar um giro, tiramos umas fotos no lago (Lagoa Grande). Depois pegamos a estrada novamente e so paramos mais adiante para completar o tanque de combustível com álcool para chegarmos a Palmas, o que ocorreu as 18 horas. Hospedamos no Hotel Castelo - dois problemas - quarto muito esprimido, sem solução; e o do Murilo havia vazamento do sistema sanitário, ou seja havia mau cheiro! Pedimos troca e fomos atendidos. Foi sorte, pois o hotel estava lotado de reporteres e participantes do 17º Rally dos Sertões.

No dia seginte, domingo, por sermos cristãos protestantes, procuramos um templo presbiteriano para estudarmos a Bíblia, porém sem sucesso. Inclível, não é mesmo! Em seguida fomos para aPraia Graciosa onde estavam estacionado as equipes do 17º Rally do Sertão. E passamos a manhã por ali. conversando com pilotos e mecanicos, tirando fotos e... ganhando umas camisetas. Veja as fotos. E essa da ponte FHC. Linda ponte!


Após o almoço, no Restaurante Fogão Mineiro, passeamos pela cidade, em especial na Praça do Girassois (linda, linda, interessante e bem traçada), onde fica o Palácio Araguaia e os prédios da secretaria de governo. E à noitinha fomos na feira artesanal onde compramos artefatos de "capim dourado".











Segunda-feira pela manhã antes de seguimos viagem rumo à Novo Acordo fomos mais uma vez a Praça dos Girassois tirar umas fotos e visitar o Palácio Araguaia. No Palácio encontra-se o ponto geodésico do Brasil. Lá pelas 9 horas pegamos a rodovia para Novo Acordo passando por Aparecida do Rio Negro onde cometemos uma gafe. Paramos na entrada da cidade onde há uma placa com "bem vindo" em portugues ingles e espanhol. Como achamos que a cidade era só aquilo, voltamos procurando a estrada para Novo Acordo. Perguntamos umas garotas perto do Posto de Combustivel e elas disseram que tinhamos que atravessar a cidade. Voltamos achando graça pelo desprezo com o visual da cidade. E de fato a entrada é acanhada mas interiormente chega a surpreeender. Bom comércio e casa bonitinhas.


Chegamos a Novo Acordo ao meio-dia e nos arranchamos na Pousada Coração, ar condicionado, limpesa razoável e muito pernilongo. Mafu deu um jeito nos bichinhos. Almoçamos um almoço fraquinho na pousada (havia muita gente pra pouca comida), e caçamos o rumo do Rio Sono que serpenteia o lado norte da cidade. Passamos a tarde na praia do Borges onde, além de nadar, pudemos ver a molecada se divertindo, isso me fez lembrar meus tempos de adolescencia no Rio das Almas. Igualzinho. Eta tempo bom.




Terça-feira depois de abastecer com álccool a R$ 2.00 pegamos a estrada para São Felix do Tocantins e adentrando o Jalapão propriamente dito. Ouvimos muitas opiniões sobre o estado da rodovia: uns animavam, dizendo que a estrada não era tão ruim assim, outros... entendeu né? Mas, lá fomos nos. Se a estrada ficasse intransitável nos voltava, uai! Prosseguimos devagarzinho, apreciando a estrada de terra, pouca poeira e a exuberante paisagem. Paramos no Rio Balsas, no Rio Vermelho, paramos na estrada, andamos no mato, não tinhamos pressa nenhuma. E nesse lenga lenga chegamos à Serra do gorgulho.

Digno de nota e interessante é a Serra do Gorgulho - uma cadeia de rochas vermelhas que, dizem, via subterranea, é ligada as serras de Santa Catarina! La encontramos o Sr. Camilo que nos deu mapas, dicas e depois gentilmente nos mostrou uma trilha, atrás de seu estabelecimento, de onde podemos galgar os rochedos por uma escada na rocha e cordas, e dessa maneira, chegar ao topo de uma das serras, e assim, vislumbrar uma das maravilhas do Jalapão, que é a Serra do Gorgulho. Obrigado Sr. Camilo pela gentileza.

Depois seguimos estrada, rumo ao Rio Sono - 30 km adiante - onde paramos para além de mergulhar, fazer nosso almoço. Até aqui a estrada é boa.

Enquanto preparavamos nosso fogão de pedra, um funcionário do Posto Fiscal de Defesa Agro-Pecuária nos ofereceu fogão a gás para fazermos nosso almoço e... aceitamos, porque não? Após o almoço demos uns mergulhos, e as 15:30 partimos, mas antes fomos avisados pelo fiscal que iriamos enfrentar areia na estrada. Não entendemos direito, não! Mas bastou atravessar a ponte e... entendemos!
Assim que atravessamos a ponte, 100 m adiante, a surpresa (a primeira!): o corsa pregou na areia. O assoalho do carro fica em cima do banco de areia e as rodas ficam suspensas perdendo a aderencia ao solo ou tração, sei lá! O jeito foi tirar a areia debaixo do carro até as rodas aderirem ao solo. Depois de 50 minutos conseguimos sair. E de fato a estrada mudou drasticamente. Muita areia, muita saida do leito principal, e... uns 15 km adiante pregamos de novo e dessa vez a situação parecia desanimadora. Aliás, aterradora. Areia pra todo lado. Pedi ao meu filho Murilo e minha esposa que orassem (temos um Senhor que nos socorre), enquanto eu fazia a operação de retirar a areia debaixo do veículo. Apos uns 15 minutos surgiu a resposta as orações. Treis "anjos" chegaram numa camionete Mitsubiche L200 e após suas orientações (eram experientes) e suas forças saímos. Novamente fui informado pelos "anjos" de que havia um trecho, 4 km adiante, de grandes buracos que certamente, eu com "jeitinho" passaria; e, mais outro banco de areia de 200 m a uns 8 km bem em frente a Serra da Catedral (a chapada da serra tem a forma da frente de uma igreja), e ali eu deveria engatar uma segunda e "descer o buriti"! Pedi a eles para irem atrás de mim até passar estes dois obstáculos no que fui atendido e nos quais passei segundo suas orientações. Apos o banco de areia eles disseram que com jeito eu chegaria a São Félix do Tocantins que estava a 25 km diante. - Obrigados amigos! Os dois da frente são vereadores de São Félix do Tocantins e o outro é guia turistico. E o dia começava a escurecer.

Chegamos a São Felix as 19 horas e ficamos na Pousada Capim Dourado, da Dona Socorro. Simpática e a aberta a negociação, não tivemos apelo: arranchamos ali. Esta sim, limpa, com ar condicionado perfeito, e de "brinde" uma perereca no vaso que teimou, teimou... em ficar lá, e não saiu mesmo! O jeito foi usar o vaso com cuidado, entendeu né? Ja pensou aquilo pregar nas nádegas, durante o "serviço"? Mas ela se comportou bem.




Dia seguinte, uma quarta-feira, apos o café (custou a sair), ali pelas 9 horas fomos ao "Fervedouro". O fervedouro é uma mina d´água de uns 3 m de diametro e cuja força não permite que a pessoa afunde. So que quem não sabe nadar perde o equilibrio e pode afogar. O Murilo, que não sabe nadar direito, fez a festa. Nadou! Muito bom esse fervedouro. O terreno em redor é mole como se fosse um colchão dágua. Voce pisa o chão, ele afunda debaixo dos seus pes e sobe ao redor. É uma experiencia excitante. Nunca tinha visto nada igual. Paga-se 5 reais e acho justo porque eles mantém a mina limpa. Depois de uma hora de diversçao, saimos, o que foi uma pena. Aquilo é lugar pra gente ficar o dia todo.
Dali fomos ao rio que fica uns cem metros abaixo e demos uns mergulho. A água estava friaaa! Mais abaixo (uns 300m), no Rio Sono fica a praia do Alecrim onde os moradores de São Félix do Tocantins preparavam as barracas para esperar os turistas "julianos". Demos uns mergulhos e umas braçadas ali também, ora sô.

Ali pelas 10:30 seguimos a estrada rumo a Mateiros. Estrada muito boa. Bem Cascalhada. Encontramos um saco com uma furadeira elétrica dentro e resolvemos deixa-la na beirada da estrada. Alguém que passar por ali, vai pensar que o dono do saco foi fazer uma necessidade no mato, e o dono que for procurar o que perdeu vai reconhecer o saco, so não vai entender como ele foi parar na beirada da estrada.

Ao meio-dia e uns quebrados chegamos ao córrego Formiga. Paramos no "Seu" Vicente que nos informou como chegar à Cachoeira do Formiga e ofereceu um franguinho com arroz, que deveriamos ter aceitado, não só pela sua simpátia, mas porque ja tava passando da hora do almoço. Pegamos a trilha rumo a cachoeira, paramos em um rancho onde fomos atendido por um cabloco que nem siquer desceu da rede pra dar informação (que animo!) e apos uns dois km a situação foi piorando, piorando... e acabamos preso na areia, de novo! Já mais catedrático no assunto saimos após uns 20 minutos de sofrimento e resolvemos voltar. Na volta encontramos uma trilha rumo ao córrego, resolvemos seguir ela, e sem querer, chegamos à Cachoeira do Vicente. Quedinha de um metro e um poço na parte posterior muito bonito. Muita árvores e local limpo. Água super cristalina e doce. Fizemos o almoço caipira ali mesmo: arroz com linguiça e... mergulhamos no poço. Uma delícia: o almoço e a água. Sinceramente, fico com pena da rainha da Inglaterra que não tem essas mordomias.

As 16:30 fomos embora e não muito adiante encontramos a direita uma placa indicando Povoado Mumbuca a 10 km e outro fervedouro a 2 km. Partimos para o fervedouro e lá chegamos as 17:15 onde uma garota numa rede, de novo sem levantar, cobrou 5 reais e lá fomos nois. Esse fervedouro é maior e melhor que o de São Felix do Tocantins. A força da água é mais forte e a areia mais grossa da uma sensação de massagem. Devido a areia que jorra junto com a água, a gente não enxerga o corpo da cintura para baixo. Tentei tocar o fundo sem sucesso. A água empurra pra cima. De novo fizemos a festa até escurecer. Tivemos que sair ja meio escuro. Uma pena pois é lugar para ficar o dia inteirinho.

Chegamos a Mateiros as 19:30 e hospedamos na Pousada Panela de Ferro. Muito boa. Limpa e ar condicionado. Preço normal R$ 140.00, com choro abaixou para R$ 100.00 ( e por estar fora de época de férias). De qualquer forma obrigado Dona Josinete. Esperamos retornar.

Quinta-feira após o farto café no hotel fomos ao único posto onde abastecemos com gasolina a R$ 3.33. Depois compramos uns artefatos de capim dourado na associação local, e partimos rumo a Ponte Alta do Tocantins. Chegamos na primeira encruzilhada e ficamos na dúvida qual estrada pegar. Não tem placa. É duro bicho. Tivemos que voltar em umas casa e informar.
Após uns 11 km a vista é impressioanante para quem ta acostumado a vez prédios, carros, outdoors, etc. A sensação é de estarmos sozinhos no mundo. A Serra do Espirito Santo parecia estar nos observando, ou melhor, se exibindo imponente no sertão. Lá adiante, outras serras pareciam mesas disposta naquela imensida desertica, inundando e imprementando de mistérios nossa mente. Como Deus é grande! Uma vegetação rala fazia contraste com um deserto de areia. Havia areia e água, o que realça o contraste com o deserto padrão. Varzeas com pequenos fios dáguas rodeados de buritis complementava a esplendida paisagem. Árvores e flores muito bonitas nos chamaram a atenção e, entre elas a "jalapa". Descemos do carro umas treis vezes para fotografar e vislumbrar. Aqui, penso, é o ponto alto do Jalapão.

Rodamos preguiçosamente mais 14 km e chegamos as 11:30 à entrada para as dunas. Bem na entrada há uma corrente a uns 20 cm de altura, plaquinha indicando as dunas do jalapão a 4.8 km e outra, mal-feita, escrito R$ 5.00; indicando que tem que paga pedágio! Do lado o posto vimos um bar muito pobre, mal-arrumado, improvisado, e com umas mulheres e crianças, digamos... sujas! Perguntei se tinha que pagar e porque. Uma senhora disse que tinha que pagar pra ir lá e porque aquilo tinha dono (Parque do Jalapão? dono?). Perguntei se ela era dona. Disse que não mas que representava o dono. Perguntei se tinha cavalo pra alugar pra gente ir nas dunas porque de corsa nem em sonho (corsa é o veiculo que tenho, einh!), e mesmo caminhonete sem traçar, muito dificil; - não tinha, responderam mal-humuradas.

Virei as costas, coloquei o meu chevrolet "corsa", modelo 2006, debaixo de uma árvore e lá fomos nos, eu e meu filho. Minha esposa decediu ficar. Levamos alimentos e água. Depois de 1:15 chegamos ás tão faladas dunas do Jalapão. Um banco de areia vermelha de uns 20 a 30 metros de altura e com um raio de 1,5 km (1,4 por 3 km). Antes um riacho espremido pelo cerrado e o banco de areia, que parece mel escorrendo no sertão. Subimos as dunas descalços e em alguns lugares a areia é mais quente que em outros. Muito interessante! O jeito foi calçar as precatas! Curioso que no alto das dunas tem uns buracos no areião. Ficamos por ali uns 40 minutos, tiramos fotos, filmamos e usufluimos aquela maravilha, mas... tinhamos 4.8 km para tirar no pé e com um areião daqueles fica muito dificil.

Voltamos, pagamos os 10 reais, agradecemos e pegamos a estrada até Rio Novo, o melhor rio de água potável do mundo, onde além de lancharmos umas bolachas, iogurtes, etc; demos umas braçadas e uns bons mergulhos.

De volta a estrada - e que estrada! Havia alguns lugares sem cascalho. Havia sim, pedras do tamanho de uma laranja e isso por uns 50 km. Sair do leito da estrada é cair no areião. Cair no areião é ficar encravado! Sem ter outra opção, o jeito foi aguentar. Chegamos em Ponte Alta do Tocantins com os braços doendo e enjoado de ver tanta areia. Pude ver diferença e a robustez da suspensão do meu "corsa". Perfeita! Não foi nem preciso alinhar o carro quando chegamos a Goiânia.

Ao anoitecer, chegamos a Ponte Alta do Tocantins e hospedamos na Pousada Vereda das Águas por R$ 100.00 e com perereca - de novo! - no vaso. Essa, por exigencia de minha esposa, tive que mata-la. No pátio da pousada não havia cimento. Não havia grama. Havia... areia. Arre égua!No estacionamento havia um veiculo, made in "fundo de quinta" ou adaptado, com dois motores! Adivinha pra que? Pra enfrenta aquelas estradas: seja pedra seja areia ele vai!



Sexta- feira, abastecemos nos Posto Jalapão, álcool a R$ 1.69, mesmo preço de Goiânia, e após informaçoes (e conselhos),seguimos rumo a Almas, porque a estrada estaria melhor. Dificil é saber pra onde ir nas encruzilhadas. Tem placas indicando que "voce é responsável pela natureza; não faça queimadas; não destrua a sinalização, etc e etc; mas, placa indicando o destino: neca! Na estrada tinha uma ponte sobre um rio que tinha porteira! Pode?
Mas chegamos a Almas as 13:30. No Posto de abastecimento, logo na entrada havia um restaurante. Almoçamos o resto de comida que tinha. Pra amenizar, fritaram uns ovos pra nos. Legal. Bom atendimento!

Dai pra frente asfalto. Como nosso destino era Campos Belos, havia dois trajetos: por Natividade ou por Dianopolis. Resolvemos por Natividade para conhecer a estrada. Em Natividade, cidade com muitos casarões na parte antiga, casas boas na parte nova, um "big" hotel em construção; procuramos e achamos a banheira utilizada por Antonio Segurado, líder plítico que queria a independencia e separação do norte do Brasil monarquico. Fica na residência do Sr. Alarico. Cidade bonita. Depois seguimos rumo a Campos Belos de Goiás. Passamos por Arraias do Tocantins e alcançamos a fronteira Tocantins-Goiás. De longe vimos um caminhão e um canudo de poeira. estranho, né? Assim que tocamos o asfalto goiano entendemos tudo: a capa asfaltica tinha evaporado. Desleixo. Só isso, desleixo. Dormimos em Campos Belos no Hotel Vitória.

Dia seguinte, no sábado, devagarzinho, seguimos rumo a São João d´Aliança. Paramos em diversos lugares para fotos e almoçamos em Terezina de Goiás. Logo adiante, na entrada da Chapada do Veadeiros encontramos uma cachoeira (Cachoeira do Poço Encantado) e resolvemos verificar. Pagamos R$8.00 e lá fomos nos. Muito bom. Nadamos uma 1 hora e meia, e seguimos estrada, com direito a algumas paradas para admirar o visual. Uau!!! Paramos em Alto Paraiso pra mais fotos e comprar umas bujigangas. Digno de nota é a Pousada Camelot com decoração medieval. Vale a pena conferir. Pernoitamos em São João d´Aliança, antiga Capetinga, no Atos Hotel.


Domingo, tomamos o café no hotel e abastecemos o veículo logo em frente. Desde que saimos de Goiânia tinhamos planos de não usar o asfalto para ir de São João d´Aliança a Brasília, e sim, pela estrada antiga, de chão, passando por Formosa! Fomos avisados que essa estrada, antiga, de terra, era muito perigoso para um corsa, e por cima usando motor 1000 cc. E assim, chateados, resolvemos ir pelo asfalto.

Depois de 8 km, encorajado pela minha esposa, resolvemos voltar e pegar a estrada antiga, descendo a Serra Geral. São 19 km, 500 metros de desnivel, curvas muito sinuosas (dum lado paredão de terra, do outro abismo), poeira, até chegarmos na encruzilhada Flores de Goiás - Formosa. De fato a estrada é ruim, pontes precárias, outras nem existem, tendo que passar dentro dágua. Mas, as 14 horas, finalmente chegamos ao Salto do Itiquira, onde almoçamos. Estrutura muito boa. Dai até Formosa é asfalto. Depois do almoço e umas fotos no estacionamento da Cachoeira Salto Itiquira partimos rumo à Goiania, onde chegamos as 18:30

Hoje, final de outubro, data desta postagem, lembramos desta viagem com saudade. Pretendemos voltar com um veículo mais robusto, com mais tempo e com desejo de acampar, por que não?